Olá, meus amores! Como foi o feriado de vocês?! A minha experiência com a Semana Santa foi lindíssima! Estou de volta a Recife, voltamos para o batente!

Peço desculpas pela demora com a meta de leitura; não publiquei a de fevereiro porque acabei emprestando o livro e não pude concluir a leitura. De qualquer forma, assim que puder lê-lo, avisarei a vocês o que achei :D
A leitura de março ficou atrasadíssima, porque o mês de março foi bem atribulado... Agora as coisas estão se assentando, estou cada dia mais organizada com as minhas tarefas e prioridades, e conseguindo cumprir melhor minhas metas. Quero começar dizendo da alegria que está sendo pra mim essa meta de leitura: mudei meus hábitos noturnos para que, sempre antes de dormir, todos os dias, eu leia um pouco do livro que está programado para o mês. Antes assistia TV até cair no sono (não que seja um hábito ruim), mas agora sinto que estou fazendo algo mais útil para mim mesma.
Deixando de blá blá blá, vamos falar do livro. Gente, eu AMO Dan Brown! Já li 5 dos seus 6 livros publicados, e nada define mais esse autor do que genial. O estilo dele é o suspense, unindo os fatos de suas tramas de forma brilhante; sua vontade ao começar a leitura é de tentar ler tudo de uma vez só, de tão incitado por respostas que você fica. Engana-nos o tempo inteiro; por mais que lutemos para prever o que vem a seguir, ele nos deixa de boca aberta. Seus últimos 4 livros formam uma saga de Robert Langdon, um estudioso de simbologia e da história da arte, que acaba sendo sempre o centro da trama.
No livro Inferno, confesso que demorei um pouco para me sentir verdadeiramente envolvida pela história, e acredito que isso aconteceu por Dan Brown ter mudado um pouco o estilo que vinha seguindo em seus livros: os temas (pelo menos os que envolvem Robert Langdon) são normalmente polêmicos, mas a problemática que guia a história normalmente não são; os outros livros tinham como problema central um fato quase totalmente fictício. Neste livro, Dan Brown "toca na ferida" realmente, envolvendo todo o desenrolar em cima de um tema polêmico e que envolve absolutamente todos nós. Estranhei um pouco no começo, mas logo me senti mais motivada ainda para saber com o autor encerraria os parêntesis abertos na obra.
Tratando-se de um tema polêmico, o desfecho não podia deixar de ser também. Confesso que fiquei alguns bons minutos refletindo sobre e formando minha opinião a respeito do que li. Possivelmente, reflexão era mesmo o objetivo de Dan com o livro. Por fim, posso dizer: vale muito a pena! Altamente recomendável para todos os públicos :D
Não quero introduzir nem qual é o tema, porque até isso Dan demora um pouco a revelar na leitura. Trago então apenas a sinopse da capa traseira do livro:

No meio da noite, o renomado simbologista Robert Langdon acorda de um pesadelo, num hospital. Desorientado e com um ferimento à bala na cabeça, ele não tem a menor ideia de como foi parar ali. 
Ao olhar pela janela e reconhecer a silhueta do Palazzo Vecchio, em Florença, Langdon tem um choque. Ele nem se lembra de ter deixado os Estados Unidos. Na verdade, não tem nenhuma recordação das últimas 36 horas. 
Quando um novo atentado contra a sua vida acontece dentro do hospital, Langdon se vê obrigado a fugir e, para isso, conta apenas com a ajuda da jovem médica Sienna Brooks. 
De posse de um macabro objeto que Sienna encontrou no paletó de Langdon, os dois têm que seguir uma série inquietante de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada tanto pelo fim do mundo quanto por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia, de Dante Alighieri. 
Mais uma vez superando as expectativas, Dan Brown nos leva por uma viagem pela cultura, pela arte e pela literatura italianas – passando por lugares como a Galleria degli Uffizi, o Duomo de Florença e a Basílica de São Marcos. 
Inferno é uma leitura eletrizante e um convite a pensarmos no papel da ciência para o futuro da humanidade.

É isso gente, deixo o livro como dica de leitura para vocês! Super recomendo mesmo! Tô correndo para organizar o cronograma e não atrasar a meta de leitura desse mês. Um beijão, meus lindos!


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